Governo do Estado do Espírito Santo
11/05/2018 12h12 - Atualizado em 12/05/2018 08h31

Sempre haverá uma Cavalaria!

Estou muito feliz em poder comemorar o Dia Nacional da Cavalaria, no Regimento de Polícia Montada, da Polícia Militar do Espírito Santo, na presença de homens e mulheres tão valorosos. Hoje, esses exemplos, são homenageados como Destaques Operacionais da Unidade.

O dia não é só de alegria pela data, que nacionalmente registra a importância do nosso Regimento, mas também porque comemoramos e agradecemos a Deus pela vida do nosso irmão Tenente-Coronel Rodrigo Bulhões, Comandante deste Regimento pela passagem do seu aniversário.

Coincidências da vida, meu camarada, permitiram que hoje, como referência à frente desta Unidade você exerça um importantíssimo papel na segurança pública para pessoas de bem do nosso Estado. Perante seus comandados e amigos do Regimento, externo todo meu agradecimento, pela forma brilhante em que vem conduzindo os trabalhos na digna e relevante função de Comandante desta Unidade Especializada da Polícia Militar.

Dia da Cavalaria lembra a data de nascimento do Marechal Manuel Luiz Osório, considerado o Patrono da Arma de Cavalaria. Sempre à frente de importantes Batalhas, Marechal Osório foi um Militar estimado por todos os seus subordinados, pois os empolgava sempre em direção da vitória. Foi escolhido como Patrono da Arma, por sua grande habilidade nos combates, arrojo e coragem.

Tendo o Marechal Osório como referência de dignidade e amor pela Pátria, precisamos seguir seus passos, continuar em frente, no anseio de sempre e melhor servir ao povo capixaba. Para tanto, os bons valores devem ser alicerces da nossa convivência interna e externa.

Por bons valores, entendem-se a busca constante pela moral e dignidade, cavando masmorras aos vícios que tentam distorcer a personalidade de um verdadeiro Policial Militar.

A Polícia Militar oportuniza que o ser humano possa lapidar sua conduta ética e moral. Dentro das Unidades Militares não há espaço para individualismo, inveja, imoralidade, corrupção e tantos outros comportamentos que afetam nossa humanidade.

Nesta manhã, ao abrir a Bíblia, deparei-me com o Salmo 133, que exalta, de forma sublime, a beleza da união, dos irmãos estarem juntos e em harmonia. É preciso não somente verbalizar, mas ter a consciência da responsabilidade imposta a todos, quando verdadeiramente devemos buscar a fraterna e sincera unidade entre todos os integrantes da Polícia Militar.

Diz o Salmo: “Oh! Quão bom e suave é que os irmãos vivam em união. É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Arão, e que desce à orla das suas vestes. É como o orvalho de Hermon, que desce sobre Sião, porque ali o Senhor ordena a bênção e a vida para sempre”.
O Salmo da Fraternidade, o Salmo 133, demonstrou de forma simples, mas enfática, a necessidade de todos os filhos do mesmo Pai viverem em perfeita união e fraternidade. Segue a mesma linha do que Cristo nos ensinou em seu mandamento: ”Amai-vos uns aos outros, como eu vos amei”.

Polícia Militar forte é aquela em que seus integrantes, do Soldado ao Coronel, conseguem, mesmo com diferenças de pensamentos, respeitarem-se. O respeito proporciona a união almejada pelo Salmista Davi. Uma inquebrantável cadeia de união deve ser estabelecida entre todos os Policiais Militares, para que prevaleça dentro e fora da Instituição a consideração, o apreço e, sobretudo o respeito. Uma infinita e virtuosa estrada de mão dupla, valendo-se da máxima de que tudo deverá ser feito para o estabelecimento de uma corrente do bem, com elos bastante fortalecidos.

Sendo assim, o verdadeiro Policial Militar não investe contra a reputação do outro, isto consistiria em trair os sentimentos de fraternidade. Não tem apego aos cargos, porque isto é cultivar a vaidade, sentimento mesquinho e incompatível com a elevação dos valores que a boa formação sempre almejou cultivar.

Compreender as diferenças, dificuldades e frustrações, bem como valorizar o constante e necessário exercício da ética e moral, que todos nós devemos buscar diariamente, propicia a união de todos.

O ideal é compreender que ofensas gratuitas e desrespeito aos valores policiais militares, em hipótese alguma, nos conduzirão às conquistas profissionais tão desejadas. Dessa forma, não haverá uma prestação de serviço com qualidade à sociedade e, por consequência, não haverá valorização e reconhecimento.

Reflitam sobre isso, é um humilde incentivo deste Comandante-Geral.

Aos nobres Destaques Operacionais, meu eterno agradecimento por tanta dedicação com a nossa Polícia Militar.

Aos familiares, meu abraço, minha consideração, meu eterno respeito, rogando sempre a proteção divina em seus lares.

Ao finalizar, não poderia deixar de repetir, com muito orgulho, a máxima: Sempre haverá uma Cavalaria!

Discurso do Comandante-Geral da PMES, Coronel Alexandre Ofranti Ramalho, durante solenidade em comemoração ao Dia da Cavalaria.


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